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Um paradigma para a inserção de PICC

Um paradigma para a inserção de PICC

A Itália não é o maior mercado de saúde da Europa — Alemanha, França e Reino Unido têm populações maiores — mas é o principal mercado europeu para Cateteres centrais de inserção periférica (PICCs). De fato, os profissionais de saúde da Itália colocam mais PICCs do que os da maioria dos outros países do mundo.

Para entender o motivo pelo qual os PICCs são tão populares para pacientes com necessidades de mais longo prazo nos hospitais italianos, é importante reconhecer o valor que eles representam em comparação com a terapia intravenosa tradicional, uma consideração essencial em um país que possui um sistema de saúde nacional sofisticado, mas enfrenta um ambiente econômico desafiador.

“"Para 15 dias de terapia intravenosa (IV) tradicional, estimamos que o número médio de picadas de agulha por paciente esteja em torno de 20, incluindo a colocação da cânula IV e a coleta de amostras de sangue", disse Fabio Conti, coordenador de enfermagem da Fondazione Policlinico Tor Vergata (PTV), que é um centro médico universitário em Roma. "A colocação de um PICC no mesmo paciente abrange as mesmas necessidades terapêuticas com um único dispositivo e uma única inserção." Menos punções cutâneas significam menor probabilidade de complicações na inserção.1

Em muitos mercados do mundo, os PICCs devem ser colocados por médicos. Na PTV, enfermeiros têm sido treinados para colocar PICCs desde 2003 e uma equipe de PICC em tempo integral composta por enfermeiros foi estabelecida em 2008. As Unidades operacionais são preparadas para acessar diretamente a equipe de PICC do hospital, que realiza uma avaliação das veias periféricas do paciente para determinar se um PICC é indicado. Em seguida, o enfermeiro segue diretamente para a inserção, orientada pelo Sistema de Ultrassonografia SITE-RITE® da Bard.

Nos últimos anos, o programa de PICC na PTV tornou-se um modelo para outros hospitais na região do Lácio, na Itália. "No ano passado, fizemos uma parceria com a BARD para treinar 10 outros hospitais locais que estavam implantando um programa de PICC", disse Conti. "A Bard é uma das principais parceiras do nosso hospital e da nossa universidade."






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